Edição de nº.097/        >


DINHEIRO INESPERADO  DIFERENÇA DE AÇÕES DA BRASIL TELECOM S/A.

Cidadãos são contra caixas eletrônicos em supermercados

MUNICÍPIO PODERÁ NORMATIZAR ATUAÇÃO DE CARROS-FORTE

 

Joinville/SC: Pouca gente sabe, mas quem adquiriu linha telefônica da antiga Telesc S/A, que foi sucedida pela Brasil Telecom S/A, no período de 1987 a 1996, tem direito a reaver desta, valores referentes a diferença de ações não vertidas para seu nome na data da compra.

O critério malicioso usado pela empresa, consistia em emitir número menor de ações a que tinha direito o comprador da linha telefônica, lesando financeiramente o adquirente. Essa diferença de valores está sendo buscada, via justiça através de advogados, com muito êxito.

No Judiciário gaúcho e nos Tribunais Superiores o direito à complementação das ações ou à indenização, correspondentes ao capital subscrito e ao valor patrimonial das ações, na data da integralização, vem resultando em valores consideráveis.

O direito à complementação dos citados valores é tanto de pessoas físicas, quanto de pessoas jurídicas que, dentro do período adquiriram linhas telefônicas.

Para entrar com a ação, o comprador deve procurar um escritório de advocacia de sua confiança, munido de: carteira de identidade, CPF, comprovante de residência, e se possuir, cópia do contrato de aquisição, ou mesmo de conta telefônica atual, se o telefone for o mesmo adquirido na época. Quem vendeu as ações e não transferiu o telefone continua com o direito na diferença.

Importante salientar, que existem pessoas oferecendo valores em torno de R$ 200,00 por esse direito, obtendo procuração do detentor do telefone o impedindo-o de reclamar, a partir de então, qualquer quantia, pois passa a ser substituído junto a Brasil Telecom S/A, por esse procurador. Existem também escritórios que cobram valores iniciais, a título de honorários para entrar com a ação. Outros, porém, cobram somente ao final, estipulando um percentual sobre o que seu cliente receber.

Assim, quem comprou linha telefônica entre 1987 e 1996, podem reaver valores junto a Brasil Telecom S/A, bastando para isso, ingressar, através de um advogado de sua confiança, com a competente ação e aguardar a decisão judicial, que tem sido favorável aos consumidores.

Nunca é demais lembrar que, em tempos tão difíceis, não se pode deixar de lutar pelos direitos que, por qualquer motivo foram usurpados, sobretudo quando existe uma oportunidade real de justiça.

HASSE ADVOCACIA E CONSULTORIA S/C

Jucir Vargas - Advogado

Rua: Sete de Setembro, 144, Centro, Joinville, SC

Santa Catarina: Dia 17 de novembro de 2006. Meia Praia, Itapema.por volta das 14:00hs, uma tentativa de assalto à agência do banco HSBC, deixou um saldo trágico: Três mortos, sendo dois assaltantes e uma cliente, vítima do fogo cruzado entre bandidos e seguranças.

            O caso teve repercussão estadual e chocou Itapema com a morte de uma cidadã, mãe de família, vítima inocente. O resultado trágico da ação de bandidos em busca de recursos financeiros, tirando a vida de uma jovem mãe de família (que deixou duas filhas pequenas) até hoje é sentido na cidade.

            Quando se fala em assunto de segurança, é inevitável se ouvir o triste episódio ocorrido no HSBC de Meia Praia e a vítima inocente. A preocupação dos munícipes em relação à segurança tem voltado o foco das atenções para os caixas eletrônicos nos supermercados da cidade.           

            Explica-se: Após o caso fatídico ocorrido na tentativa de assalto à agência bancária envolvendo uma vítima inocente, alguns munícipes começam a questionar a segurança envolvendo os caixas eletrônicos em supermercados, justamente por se tratar de locais onde circulam com freqüência famílias inteiras.

“SUPERMERCADO É LUGAR PARA FAMÍLIA”

            Não é normal se ir com a família para um banco, mas é comum se levar a família para o supermercado, principalmente filhos menores. Como questionou à Folha Evangélica uma moradora: “E se eu for ao supermercado com meus filhos e entrarem assaltantes para roubar quando o carro-forte está abastecendo os caixas eletrônicos? E o tiroteio? Quantas vidas irão se perder?”, questionou preocupada a munícipe.

            Na realidade, caso ocorra uma tentativa de assalto nas circunstâncias aventadas pela munícipe e, levando-se em conta a atitude dos agentes de segurança do carro-forte no caso do banco, uma reação a um eventual assalto em um supermercado, muito provavelmente poderá fazer muitas vítimas inocentes, não se descartando até mesmo crianças.

            “A pergunta que temos de fazer para os proprietários de supermercados é: Vale a pena arriscar a vida de famílias que vêm a seus estabelecimentos para realizar compras? Por quê colocar caixa eletrônico em supermercado que vende alimento e não é instituição financeira e não existe para esta finalidade e sim, prioritariamente para a venda de alimentos?”, questiona Rogério, morador do bairro Meia Praia e cliente do Supermercado Koch.

            No centro da cidade, outra empresa do ramo que possui caixas eletrônicos e é alvo de críticas por parte de clientes preocupados, é o Supermercado Schmit. Segundo uma cliente da empresa, “quando eu vou no Schmit, rezo para que o carro-forte não esteja lá e que nem chegue perto. Quando eu vou ao caixa do supermercado para pagar as compras e os caras do carro-forte estão colocando dinheiro nos caixas eletrônicos eu morro de medo de um tiroteio. Agora, eu evito fazer compras nos dias de semana com meus filhos e, no final de semana, compro até as onze horas e entre as quatro e seis horas da tarde”, afirmou a cliente. “A gente nunca sabe quando pode ser alvo. Veja o que aconteceu com a mulher lá na Meia Praia: Morreu e deixou as filhas sem mãe. Quando a gente morre não tem volta e não adianta pagar indenização porque dinheiro não traz ninguém de volta. Na verdade, talvez alguém faça alguma coisa quando acontecer uma tragédia. É sempre assim no Brasil. Agora, por quê o supermercado tem caixa eletrônico lá se não é banco? Aquilo lá é um chama-bandido. Supermercado antigamente era lugar para famílias”, desabafou a cliente, visivelmente descontente com a situação.

            E por quê os clientes não mudam de empresa? Segundo alguns é por falta de opções: “Itapema não tem supermercados de porte sem os caixas eletrônicos. O que é mercado grande tem os caixas. E não adianta dizerem que os clientes pediram. Isso é desculpa, pois eu sou cliente e sou contra e ninguém pediu a minha opinião. Acredito que a maioria é contra”, afirmou um morador de Itapema ouvido pela Folha Evangélica.

O QUE DIZEM AS EMPRESAS

            Segundo a Sra. Fátima, da empresa Supermercados Schmit (ouvida por telefone), “o problema em Itapema é que a cidade não oferece segurança, e não especificamente  os caixas eletrônicos”.

            Um porta-voz dos Supermercados Koch, afirmou á Folha Evangélica que, “vale a pena manter os caixas eletrônicos, porque muitas vezes o cliente busca esse tipo de serviço”. Ainda segundo ele, “nossa empresa não recebe nenhum dividendo com esse tipo de serviço, é somente para atender os clientes”.

            Questionado se os Supermercados Koch estariam preparados para arcar com o ônus  da eventualidade de troca de tiros numa possível tentativa de assalto no momento em que o carro-forte abastece os caixas eletrônicos, e a existência de vítimas (inclusive fatais) entre os clientes, o porta-voz afirmou que, “troca é uma situação de dois lados e, o que há de orientação para os profissionais que abastecem o carro-forte é de não haver troca de tiros. Se houve lá na situação do HSBC, foi por despreparo talvez. Aí é outra situação. Mas, ninguém tem a instrução de reagir”.

            “Além do mais, num caixa eletrônico não tem muito dinheiro. Eu não sei quanto gira, mas é muito pouco. Não pensem que lá tem rios de dinheiro, porque não tem”, finalizou o porta-voz.

“SUPERMERCADO COM CAIXAS ELETRÔNICOS SÃO UM CONVITE À BANDIDAGEM”

            Segundo um consultor de segurança ouvido pela Folha Evangélica, “hoje é muito comum se observar caixas eletrônicos em supermercados, shoppings, postos de gasolina, etc. Mas, numa situação dessas, obviamente as empresas que recebem e oferecem este tipo de serviço, devem melhorar seu planejamento de segurança em virtude do aumento natural da periculosidade que a empresa passa a representar”.

            “É muito fácil de se entender: Qualquer empresa já oferece naturalmente o atrativo aos criminosos pois lidam com dinheiro. Mas, quando se aumenta esse atrativo, é óbvio que a possibilidade de assalto é maior. Logo, se aumenta o fator de risco. Neste sentido, como as empresas, principalmente as maiores, sempre tem algum esquema de segurança levando em conta a sua operação normal. Com o aumento do atrativo aos criminosos, deve-se também aumentar o esquema de segurança para preservar a integridade das pessoas, funcionários e clientes. E isto ninguém faz”, afirmou o especialista.

            Ainda segundo ele, “supermercado com caixas eletrônicos são um convite à bandidagem”, e explicou: “Quando se trata de assalto que envolva carro-forte, nenhum chinelo vai tentar, mas, normalmente, quadrilhas especializadas e com armamento pesado. Pois bem, num banco, a situação é mais complicada para assalto porque as instituições normalmente tem somente uma entrada e saída. Então, se os bandidos vão assaltar um banco no momento em que o carro-forte está em frente, eles terão que trocar tiros dentro da agência e terão de sair e trocar tiros com os seguranças do carro-forte, que é blindado. Foi o que aconteceu na tentativa de assalto ao HSBC na Meia Praia”.

            “Já no caso dos supermercados, possuem duas entradas: Pela frente e pelos fundos, onde se abastece com mercadorias e que pode ser utilizado por bandidos para assaltos, sem a necessidade de se trocar tiros com seguranças de carros-fortes”,  avaliou o especialista.

            Além de possuir duas entradas, segundo o especialista em segurança, outro agravante seria, no caso específico dos supermercados Koch e Schmit de Itapema, “a proximidade com vias rápidas de fuga como a BR-101 aumentam o risco de tentativas de assalto”, avaliou.

            “Então, vejam que, supermercados possuem fatores agravantes de risco em relação às agências bancárias, mesmo trabalhando com valores muito inferiores: Os bancos possuem geralmente uma única entrada e saída; os supermercados duas. Os bancos possuem seguranças armados e os supermercados não. Agora, na eventualidade de um assalto à banco, normalmente há tiroteio e o mesmo não ocorre em assaltos a supermercados com a mesma freqüência. Mas, caso o supermercado possua caixas eletrônicos e a tentativa de assalto ocorrer no momento em que os seguranças do carro-forte realizam o abastecimento dos caixas, é muito provável sim uma troca de tiros, ao contrário do que afirmou o cidadão do Koch, pois esta história do bandido render os seguranças acontece com mais freqüência nos filmes do que na vida real. Na vida real, ou os bandidos já entram atirando para surpreender os seguranças ou os seguranças, por uma reação instintiva, atiram nos bandidos e, quem está na linha de fogo pode se tornar mais uma estatística da violência”, analisou o especialista em segurança.

www.folhaevangelica.kit.net  e-mail: folhaevangelica@brturbo.com.br

NR: A preocupação com a segurança da população cabe a todos os políticos, pois são pagos pela sociedade para implementar ações que possam diminuir a violência e a possibilidade de famílias serem destruídas pela violência.

                Logo, é um DEVER de todos, independentemente de picuinhas políticas e de cor partidária. Como vimos na matéria acima, políticos de vários partidos estão agindo em seus municípios e estados para regular a atuação dos carros-fortes como medida preventiva para se evitar mortes de inocentes.

                O curioso é que, enquanto em Porto Alegre o Professor Garcia entra com projeto neste sentido, em Itapema, o Professor Sabino, prefeito empossado pela Justiça, não faz côro com a população em busca do mesmo resultado.  É, parece que tem professor e professor...  Jornal Folha Evangélica.  e-mail: folhaevangelica@brturbo.com.br

Santa Catarina: Com a crescente preocupação em relação à segurança dos munícipes, e mais especificamente após a tragédia ocorrida no banco HSBC de Meia Praia, onde uma mãe de família foi vítima fatal da troca de tiros entre assaltantes e seguranças do carro-forte da empresa SEBIVAL, a vereadora Zulma Souza apresentou um Anteprojeto de Lei Complementar que “Dispõe sobre a obrigatorieade de implantação de espaço reservado para uso exclusivo dos veículos que transportam valores pelos estabelecimentos econômicos, financeiros, comerciais e todos os demais que façam uso sistemático do serviço de transporte de valores provenientes de movimentação financeira, sediados no município de Itapema”.

            Segundo a vereadora, “o que me motivou a apresentar esse Anteprojeto de Lei Complementar, foi justamente aquele triste episódio que ocorreu no HSBC, onde morreu uma mãe de família na troca de tiros entre os seguranças do carro-forte e os assaltantes. Nós, vereadores, não tínhamos percebido o perigo desses carros-fortes pararem em frente aos estabelecimentos comerciais em pleno horário comercial. Mas, com o ocorrido na Meia Praia, decidimos fazer alguma coisa para evitar novas tragédias com as famílias de Itapema. Cito nós vereadores, porque, o anteprojeto que apresentei foi aprovado por unanimidade pelos meus colegas da Câmara”.

            “Eu espero que o Executivo Municipal faça a sua parte, porque esta é uma preocupação de todos nós itapemenses. Até agora, nada aconteceu e está somente no papel, mas espero que aconteça nos próximos meses. Já temos uma ocorrência triste envolvendo carro-forte, temos supermercados que tem caixas eletrônicos. Eu não sou contra terem caixas eletrônicos, porque acho que é um serviço que prestam à população. Eu sou contra do jeito que está hoje. No horário de atendimento vêm os carros-fortes e atualmente os assaltos aumentaram e muitas vidas são colocadas em risco desnecessariamente. Estou tentando fazer. Acredito que, uma hora ou outra, este anteprojeto deverá sair do papel”, afirmou Zulma Souza.

            No Anteprojeto de Lei Complementar, os estabelecimentos econômicos, financeiros, comerciais e todos os que façam uso sistemático do serviço de transporte de valores, deverão implantar espaço reservado para uso exclusivo de veículos que transportam valores provenientes de movimentação financeira.

            O espaço reservado deverá ser implantado “na área interna do estabelecimento, de modo a não atrapalhar o trânsito e longe da visão e movimentação de pedestres”, segundo o anteprojeto, que dá um prazo de dois anos para a realização de reformas no prédio e atendimento da exigência da lei, aos estabelecimentos já instalados que não dispuserem de área no seu lote para tal finalidade.

CARROS-FORTES: PREOCUPAÇÃO NACIONAL

            A Folha Evangélica apurou que, a preocupação com a normatização da atuação dos carros-fortes é nacional. Em vários estados e municípios do Brasil, pulsam na sociedade a reivindicação de regras que atenuem a possibilidade de “balas-perdidas” em possíveis confrontos envolvendo carros-fortes. E não é so nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

            Para exemplificar, no Rio Grande do Sul, a proposição está na Assembléia Legislativa e pretende regular as atividades de carros-fortes em todo o estado.

            A proposição é do deputado estadual Giovani Cherini e foi protocolada na Assembléia Legislativa gaúcha no dia 09 de julho, e estabelece horário para entrega e coleta de bens por empresas transportadoras de valores.

            Segundo Cherini, “a recente morte da estudante Cristiana Cupini, de 22 anos, em uma tentativa de assalto a banco, na zona Norte de Porto Alegre, inspirou a apresentação do projeto. Precisamos salvar pessoas inocentes”, afirmou o deputado gaúcho.

            Esse projeto de lei, que tramitará na Comissão de Constituição e Justiça da AL gaúcha, proíbe, no Estado, a entrega e a coleta de malotes ou quaisquer bens patrimoniais por empresas transportadoras de valores, com carros-fortes, em estabelecimentos de ensino, comerciais, financeiros, econômicos e repartições públicas, entre as 8h30min e 18h. O texto assegura o transporte e a entrega quando precedidas de comunicação aos órgãos competentes, dando ciência do itinerário das transportadoras.

            O prefeito de Porto Alegre, José Fogaça reiterou o apoio a projeto semelhante que tramita na Câmara Municipal, que pretende rever os horários de circulação dos carros-fortes. A proposta é do Professor Garcia. Fogaça participou do protesto pela morte de Cristiana Cupini, em solidariedade à família. Ele disse que “a insegurança exige a participação afirmativa e responsável de todos os segmentos da sociedade na busca de soluções eficientes, sem retóricas políticas”.

PASSEIOS, CALÇADAS, VIAS PÚBLICAS OU PRAÇAS SÃO DE DOMÍNIO PÚBLICO E NÃO DE CARROS-FORTES

            Também em uma das capitais com melhor qualidade de vida no Brasil, Curitiba, a situação vivida em relação aos carros-fortes e a perda de vidas inocentes, fez com que o vereador André Passos propusesse um Projeto de Lei Ordinária que “Disciplina o uso do passeio público para embarque, desembarque, transferência e transporte de valores por empresas de segurança privada".

            Este projeto, como o apresentado em Itapema, proíbe o uso do passeio público como corredor para embarque, desembarque, transferência e transporte de valores por empresas de segurança privada, e obrigam os estabelecimentos que utilizam este serviço a possuir local apropriado para o embarque, desembarque e transferência dos valores.

            Em Itapema, o anteprojeto apresentado ainda é brando em relação às penalidades. Em Curitiba, o estabelecimento infrator será multado em R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e, em caso de reincidência, terá a suspensão do alvará de funcionamento.

            Segundo o vereador curitibano André Passos, “ação dos criminosos, que resultou na trágica morte de um trabalhador e pai de família, colocou em risco também centenas de outras pessoas inocentes que no momento do assalto transitavam no local”.

            “É com o intuito de preservar vidas, diminuindo o risco a que ficam expostos transeuntes e trabalhadores durante a tarefa de transferência de valores entre carros-fortes e empresas públicas ou privadas, principalmente as instituições bancárias, é que apresentamos, juntamente com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitanas, a proposição ora em debate”, afirmou o vereador.

            “O projeto de lei pretende proibir que tais transferências sejam realizadas em calçadas, vias públicas ou praças, expondo pessoas inocentes a um risco grande e desnecessário. Além da não exposição de transeuntes, o projeto também tem a intenção de aumentar o grau de segurança dos trabalhadores em vigilância, já que sua atuação estará restrita a local seguro, de acesso limitado e controlado, minimizando a atuação de quadrilhas que atuam em assaltos a carros-fortes”, finalizou André Passos.

            Em Feira de Santana, na Bahia, foi a própria Câmara de Vereadores quem promulgou a Lei 197/2007, “DISCIPLINA O USO DO PASSEIO PÚBLICO PARA EMBARQUE, DESEMBARQUE, TRANSFERÊNCIA E TRANSPORTE DE VALORES POR EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA.

            A lei menciona em seu art. 1º: - É proibido o uso do passeio público como corredor para embarque, desembarque, transferência e transporte de valores por empresas de segurança privada. Parágrafo Único - Entende-se como passeio público o espaço localizado na testada, na lateral ou fundos dos imóveis e que seja de livre acesso a transeuntes.

            E deu um prazo para o Executivo regulamentar a Lei: Artigo 5º - O Poder Executivo regulamentará a presente Lei em 90 (noventa) dias após sua publicação.

            Já na capital do Estado de Goiás, Goiânia, a imprensa local destaca que “Carro-forte será proibido usar passeio público para transportar malotes: A população de Goiânia ficará menos vulnerável no quesito segurança, caso o projeto de Lei do vereador Josué Gouveia (PTC), que tramita na Câmara de Goiânia, seja aprovado. A proposta do vereador proíbe a utilização do passeio público para o embarque, desembarque, transferência e transporte de remessas  valores em de carro-forte”.

 


www.folhaevangelica.kit.net  e-mail: folhaevangelica@brturbo.com.br